FAKE NEWS? OU PREGUIÇA TWITTEIRA?

Atualmente na internet, recebemos uma quantidade muito grande de notícias num curto espaço de tempo devido ao avanço da tecnologia, e por ela ser bastante acessível, informações úteis e/ou inúteis são coisas normais que provavelmente será algo que receberemos em anos ou décadas ainda.

Porém, nem tudo o que circula pela internet é verificado por quem recebe, logo, sendo compartilhado em um “click”, como notícias sobre coisas chocantes que já aconteceram há anos, ou com a intenção de que a mesma só fique “popular” por parte de quem a compartilha e também as “fake news”. 

É necessário que ao usar a internet, o usuário tenha responsabilidade, onde é necessário checar as fontes e não ceder ao impulso de compartilhá-la após vê-la ou/e lê-la.

Proponho que o leitor faça o seguinte exercício:

Imagine que você receba uma mensagem antiga acerca de um suspeito de um crime horrendo, onde a sua inocência tenha sido provada uns dias depois naquela época. Mas que devido ao esquecimento do caso, apenas a primeira parte de quando a pessoa ainda era suspeita chegue ao seu celular pelas redes sociais ou aplicativos de informação. 

Se você refletiu sobre isso agora, imagine que tal coisa pode ocasionar na vida de uma pessoa, ainda mais num país onde uma parte da população parece ter mais o “sangue quente” do que paciência de saber a verdade e/ou senso de justiça para fazer o que é conhecido como “justiça com as próprias mãos”, assim prejudicando e/ou acabando com a vida de um inocente que já sofreu antes.

Por isso, é necessário manter a calma e não ceder ao impulso de compartilhá-las, ter responsabilidade diante do que é lido e deixar as autoridades cumprirem o papel que lhes cabe se um crime foi cometido. 

Avaliem sempre as suas fontes!

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